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Há uma mão por detrás do arbusto que causa revolta em Candal


«Nunca vi nada assim. São forças estranhas difíceis  de controlar»


O Candal anunciou que o próximo jogo do campeonato da Divisão de Honra, que se disputa este domingo, diante do Dragões Sandinenses, a equipa vai jogar de negro em forma de protesto contra as arbitragens. Uma atitude inédita do emblema gaiense com 114 anos de existência.




O actual 5º classificado da Série 1 da Divisão de Honra da AF Porto considera ser vítima de uma "perseguição" pelas equipas de arbitragem.

«Aceitamos que os árbitros cometam erros, mas de forma propositada e sempre em prejuízo do Candal. Há qualquer estranha, que desconheço, que os leva  a tomar estas decisões», acusa Ismael Martins, presidente do Candal em declarações a um jornal nacional. O dirigente fala ainda em erros "premeditados" dos árbitros e dá como exemplo o jogo com o Custóias, onde quatro jogadores foram expulsos.

«Com o Custóias, escolheram a dedo dos jogadores (Bere, Manuel José, Nico e Rodrigo) para expulsar. Estamos revoltados e senitmo-nos impotentes, referiu Ismael Martins, revelando que o clube pagou 250 euros pelos equipamentos "pretos".

Por outro lado, o treinador Tozé Madureira corrobora da mesma opinião que o seu presidente:«Nunca vi nada assim. São forças estranhas difíceis  de controlar e que têm gerado revolta», confessa o treinador, que mesmo assim, acredita que a sua equipa ainda tem uma palavra a dizer no campeonato, tendo como objectivo a subida à Elite.


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